quarta-feira, maio 28, 2008

MCM

A MCM terminou o blogue.
Soube-o através de um comentário que deixou “No Cinzento de Bruxelas”.
Tenho pena, muita pena.
Gostava de ir lá passear na sua Terra de Sol.
Espero que, um dia, volte.

segunda-feira, maio 26, 2008

Questão de Rimas

O meu neto gosta de escrever versos.
Há dias, pediu-me: - Vó, diz-me uma palavra que rime com Quaresma...
Pensei, pensei e não consegui descobrir nenhuma.
- Olha, não faz mal. Vou mudar para C. Ronaldo, que rima com caldo!

quinta-feira, maio 22, 2008

Cerejas

Aqui está uma caixa cheia delas para a Pituxa.

segunda-feira, maio 19, 2008

Histórias Inventadas? [20]

Foi Presidente do Conselho de Ministros por muitos anos.
Antes tinha sido Ministro das Finanças. Foi nesta qualidade que resolveu reclamar, junto do serviço competente, por considerar que a contribuição que o seu pai pagava pelas propriedades rústicas que detinha lá para os lados do Vimieiro, era demasiada alta, resultante talvez de erro de cálculo.
Vindo a reclamação de onde vinha, o serviço envidou esforços no sentido de resolver a questão rapidamente. Deslocou-se pessoal ao local. As terras foram medidas e remedidas. As contas foram feitas e refeitas.
Havia, efectivamente, um erro.
A área das propriedades constante da caderneta predial rústica era inferior à real. Assim, o valor da contribuição a pagar pelo pai do senhor ministro era superior ao indicado.
Desabafo do Senhor Ministro das Finanças: - Mas quem me manda a mim meter-me com as Finanças, se elas têm sempre razão?...

terça-feira, maio 06, 2008

Campanha da Amizade

É bom termos amigos!
O Espumante, que é um bom amigo, teve a amabilidade de me distinguir com este selo.
Agora, tenho que escolher cinco amigos.

Ei-los, por ordem alfabética:

Brígida
Luh
MJM
Periférico
Torquato.

sábado, maio 03, 2008

Uma Rosa cor-de-rosa

Olho através da janela e vejo, no alegrete da minha varanda, uma rosa.
Gosto da palavra alegrete. Transmite-me alegria.
Gosto da palavra alegrete. Muito mais do que da palavra floreira. Há flores de que não gosto.
Gosto da palavra alegrete. Muito mais do que da palavra canteiro. Lembro-me de qualquer coisa que arrumei num canto para esquecer para sempre.
Olho através da janela e vejo, no alegrete da minha varanda, uma rosa.
Uma rosa cor-de-rosa. Cor-de-rosa, cor das rosas. Um tom cor-de-rosa escuro. Na verdade um vermelho esmaecido, a cor comum das rosas.
Vou buscar uma tesoura. Quero cortá-la para, num solitário, colocá-la na minha sala. Vê-la-ei melhor. Alegrará os meus olhos.
Tento agarrar o caule. Está cheio de espinhos Pico-me. Penso chupar o dedo. Hesito. Coloco-o sobre a rosa e duas gotas de sangue escorrem e maculam uma pétala.
Com duas lágrimas apenas, a rosa cor-de-rosa, riscada a sangue, continua a alegrar o alegrete da minha varanda.