quarta-feira, setembro 26, 2007

M.M.

Conheci-o no ano de 1969.
Há casos assim. Começámos a conversar como se esse fosse o nosso hábito de há muito tempo. Nada nos era estranho. Tudo fluía como num rio sem escolhos. Trabalhámos juntos durante alguns anos, até que os nossos caminhos divergiram.
Mas ficou uma sólida amizade. Sempre.
Deixou-nos hoje.
Adeus, MM.

6 Comentários:

Blogger Pitucha disse...

Beijos

quarta-feira, setembro 26, 2007 2:49:00 da tarde  
Anonymous Alda disse...

Um beijinho

quarta-feira, setembro 26, 2007 3:50:00 da tarde  
Blogger Periférico disse...

Quando vi a notícia lembrei-me logo de si...

Beijos

quarta-feira, setembro 26, 2007 5:03:00 da tarde  
Blogger Luisa Hingá disse...

Um abraço

quinta-feira, setembro 27, 2007 1:53:00 da manhã  
Blogger 125_azul disse...

Abraço bem apertadinho.

sexta-feira, setembro 28, 2007 10:02:00 da manhã  
Blogger JAM disse...

Laura

Quando recebi a notícia da morte do nosso querido chefe, logo escrevi:

"Morreu Joaquim Jorge Magalhães Mota. As biografias oficiais hão-de falar no fundador do PPD, no ministro, no deputado, no militante de ideias. Eu falo nele como alguém a quem devo muito de quem sou. Sobretudo, pelo exemplo de vida. Fui seu adjunto num dos governos provisórios e sempre o considerei como o paradigma de servidor público, misto de inteligência e de honra, com a dignidade da coragem. Talvez o melhor ministro que conheci, pela imparcialidade, pelo rigor do despacho, pela capacidade combativa. Mais: ele foi um dos meus professores de democracia viva e vivida. Nunca fui militante dos partidos a que deu cidadania, nem dos muitos movimentos a que se entregou, mas tive o privilégio de sempre dele ter recebido confiança. Magalhães Mota foi um dos pais da nossa democracia e teve a nobreza de a servir, sem dela procurar servir-se. A melhor maneira de o homenagearmos é continuarmos a respectiva ideia, com a força do sonho de que nunca abdicou. Todos os que com ele privaram, colegas, companheiros ou adversários, guardaram esta semente. É mais um, dos raros, que da lei da morte se libertaram".

Também estive na Estrela. Quase em solidão. Com os filhos e a mulher do nosso chefe e amigo. Para sempre, presente.

José Adelino Maltez

sexta-feira, setembro 28, 2007 10:16:00 da manhã  

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