quinta-feira, abril 26, 2007

Chegar à Beira, Moçambique


Assim se chegava à Beira, nos tempos idos do meu Avô.
O paquete ficava ao largo.

10 Comentários:

Anonymous alda disse...

O meu pai também chegou à Beira num Paquete. Foi no ano de 1956. O paquete era o Império.
http://www.katembe2.com/navios.htm

Viagens fantásticas ...

quinta-feira, abril 26, 2007 7:37:00 da tarde  
Anonymous alda disse...

P.s. Beijinho

quinta-feira, abril 26, 2007 8:45:00 da tarde  
Blogger Periférico disse...

Outros tempos... ;-)

Beijos

sexta-feira, abril 27, 2007 11:10:00 da manhã  
Blogger Vasco disse...

Olá Laura,
Queria perguntar-lhe se podemos utilizar no site do Parque Nacional da Gorongosa fotos e textos do seu site.
Se puder veja em www.gorongosa.net o que estamos a tentar fazer para que seja possível visitar de novo um dos últimos paraísos desta nossa Terra.
Obrigado.
vasco@carrfoundation.org

domingo, abril 29, 2007 5:35:00 da tarde  
Blogger Laura Lara disse...

Alda
O meu Avô chegou à Beira em 1910...
Beijinhos beirenses

domingo, abril 29, 2007 10:20:00 da tarde  
Blogger Laura Lara disse...

Periférico
Ouros tempos que gosto de registar.
Beijinhos beirenses

domingo, abril 29, 2007 10:21:00 da tarde  
Blogger Laura Lara disse...

Vasco
Claro que sim.
É com o maior gosto que contribuo para o sítio da Gorongosa.
Se puder dizer-me o que quis aproveitar, ficarei muito agradecida.
Parabéns pelo seu trabalho.
Um abraço beirense

domingo, abril 29, 2007 10:28:00 da tarde  
Anonymous casadaponte disse...

Eram tempos tão diferentes e tão difíceis...
Só se compreendem estes desafios pelo feitiço daquela terra!
Também eu fui para Moçambique (Beira) em 1958, em navio -no "Moçambique" - a minha Mãe e três filhas pequeninas, pois o meu Pai já lá estava à nossa espera. E que viagem...de fantástico não teria grande coisa, pois eram muitos dias e lembro-me que viajámos mulheres e crianças todas juntas num grande espaço, com beliches e imagine-se que até os coletes salva-vidas desapareceram (devem ter pensado que com mais que um a probabilidade de sobreviver seria maior) e o meu medo de morrer afogada caso deles precisássemos).
Beijinhos
M.Dores

segunda-feira, abril 30, 2007 12:28:00 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Oi Laura,
Pois eu ainda me lembro dos barcos ficarem ao largo porque não havia cais e os barcos que traziam e levavam os passageiros e visitantes, porque na altura se podia ir a bordo, eram já "gasolinas" e não barcos a remos. evolução... do teu avô...para mim
beijinho
beirense

quarta-feira, maio 02, 2007 9:20:00 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Olá Laura,

Tb o meu tio foi para a Beira, levado pela sua mãe, em 1934. O meu avô e a minha mãe não mais o voltaram a ver. Tudo tenho tentado para lhe encontrar o rasto. Chama-se José Dias Rezende. Sei que a esposa se chama Ana e um dos filhos, Daniel Rezende já morreu. Foi para S. Paulo - Brasil entre 1969 e 1972. Se souber alguma coisa, por favor contacte-me: conceicao.rezende@hotmail.com.
Muito obrigada.

terça-feira, novembro 06, 2007 1:31:00 da tarde  

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