segunda-feira, janeiro 08, 2007

Respigos de África - XLIX

Quando o meu Avô chegou à Beira, em Moçambique, no ano de 1910, decidiu que não havia de deixar de comer figos de uma sua figueira.
E, segundo me diziam, a figueira que plantou no seu quintal passou a ser a única árvore daquela espécie por aqueles sítios. Um belo exemplar com abundantes figos bem saborosos. Não houve amigo seu que não se deliciasse.
Quando lhe perguntavam como é que tinha conseguido que a árvore medrasse, respondia:
- À custa de muito estrume e de muito sangue dos bois abatidos no matadouro!

5 Comentários:

Blogger MJM disse...

Ainda se duvida que querer é poder?
A intuição e vontade,por vezes faz mais que muitas teorias dos "manuais"... Ou será que o deu avô falou com algum "sábio" daquelas terras? Ou então guardou o segredo, ou apenas a figueira até gosta daquela terra e clima. O que importa é que conseguiu saborear e dar a saborear os seus figos.
Beijos e "mais histórias" se puder ser...

segunda-feira, janeiro 08, 2007 7:45:00 da tarde  
Blogger Periférico disse...

É a célebre lei de Lavoisier:"Na natureza, nada se ganha, nada se perde, tudo se transforma"! ;-)

Desejo um excelente 2007!!!:-)

Beijos

terça-feira, janeiro 09, 2007 3:42:00 da tarde  
Blogger Laura Lara disse...

MJM
"Mais histórias"? Talvez, enquanto a memória me ajudar.
Beijinhos

terça-feira, janeiro 09, 2007 11:57:00 da tarde  
Blogger Laura Lara disse...

Periférico
Para ti também um excelente ano de 2007.
Beijinhos

terça-feira, janeiro 09, 2007 11:58:00 da tarde  
Blogger Madalena disse...

Laurinha querida, acabo de saber que nasceu o Miguel Azulinho. Que linda notícia!!!!! Mil beijinhos para ti. Ele vai gostar um dia de ler as tuas histórias também!

quarta-feira, janeiro 10, 2007 8:59:00 da manhã  

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