sábado, maio 21, 2005

"A Curva do Rio"

Comecei há dias a ler o livro “A Curva do Rio”, de V. S. Naipaul. Ainda só vou na p. 103, mas cada vez que lhe pego, tenho que ler e reler as duas primeiras linhas. Fazem-me pensar...
São assim:
O mundo é o que é; os homens que não são nada, que se permitem tornar-se nada, não têm lugar nele.

5 Comentários:

Blogger Madalena disse...

A frase a mim também me põe a pensar, Laura! Faz-me lembrar também o verso do Reinaldo Ferreira: mínimo sou. Entre o mínimo e o nada pressupõe-se alguma diferença.
Isto sou eu a filosofar para te dizer olá e desejar-te um bom domingo!
Beijinhos

domingo, maio 22, 2005 11:32:00 da manhã  
Blogger Laura Lara disse...

A propósito do poema “Quase”, escreveu Mário Sá-Carneiro a Fernando Pessoa: “... gosto muito da sua ideia que define bem o meu eu. Muitas vezes sinto que para atingir uma coisa que anseio (isto em todos os campos) falta-me só um pequeno esforço. Entanto não o faço. E sinto bem a agonia de ser-quase. Mais valia não ser nada.”

Chega de filosofar. Espero, Madalena, que tenhas passado um bom fim de semana.
Beijinhos

domingo, maio 22, 2005 8:28:00 da tarde  
Blogger Pitucha disse...

Adoro este escritor. E o livro em causa é fabuloso! Que pena eu não saber escrever assim..
Beijos

segunda-feira, maio 23, 2005 3:40:00 da tarde  
Blogger Madalena disse...

O teu testemunho da experiência na Academia já deu frutos. Transmiti-a à mulher do meu pai (a tal mãe que o meu pai me deixou!) e parece-me que se abriu uma portinha para curar a dor da solidão e da perda.
Beijinho grato!

terça-feira, maio 24, 2005 9:04:00 da tarde  
Blogger Laura Lara disse...

Ainda bem Madalena. Se precisares de alguma coisa é só dizer.
Muitos beijinhos

quarta-feira, maio 25, 2005 12:49:00 da manhã  

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