Quinta-feira, Junho 04, 2009

Museo del Agua - Lisboa




A escola que o meu neto frequenta organizou uma visita ao Museu da Água. Ontem lá chegou, todo entusiasmado. Explicou o que tinha visto e deu-me uma série de folhetos informativos para lermos juntos.

Pasmem! Todos em castelhano e francês.

O meu neto tem dez anos e anda no quinto ano!

Quarta-feira, Junho 03, 2009

Marco do Correio




Amordaçaram marcos do correio. Pelo menos alguns, que eu já vi e fotografei.

E dei comigo a pensar: se já ninguém, ou quase ninguém, escreve cartas, para que servem esses marcos vermelhos?

E senti pena: de deixarem inexoravelmente de existir; de cartas deixarem de ser escritas e colocadas nas suas ranhuras.

E recordei: as folhas de papel, de requintada qualidade, timbradas a relevo pela tipografia “Henry Gris” ou encimadas por elaborados monogramas; os sobrescritos, da mesma qualidade de papel, forrados a fino papel de seda; as tintas de escrever “Quink”, de várias cores, azul, azul turquesa, preta, castanha, que sabiam escrever, sem erros, sem “k”, sem abreviaturas inexplicáveis, textos cuidados, em letra cursiva bem desenhada, saídos de uma caneta “Parker 51”, como a que ganhei de presente, quando completei o segundo grau da instrução primária.

Será que vão desaparecer todos, os marcos do correio?

Terça-feira, Junho 02, 2009

René Magritte e Hergé

Estou a tentar visitar dois novos museus na Bélgica – Magritte e Hergé.
Virtualmente, claro!

Sexta-feira, Abril 24, 2009

Rosas


Ainda não vi tulipas, mas vi estas rosas na minha varanda!

Sábado, Fevereiro 28, 2009

"Por Amor e Outros Poemas"

Volto rapidamente à senda para agradecer ao Torquato da Luz os bons momentos de poesia que, há pouco, me proporcionou assim como aqueles outros que irei saboreando, nos próximos dias.
Obrigada, Torquato!

Segunda-feira, Janeiro 26, 2009

Voltarei...


... quando me apetecer, lá mais para a estação das tulipas.

Quinta-feira, Dezembro 18, 2008

Natal

Eu sou, sempre fui, uma pétala da minha flor.
No princípio, de flor com corola muito petalada, fresca, olorosa e de cor brilhante.
Mas, em cada Natal, contava as pétalas que tinham secado, que tinham perdido o seu aroma e o seu brilho e que tinham desaparecido.
E a minha flor tem, cada vez, menos pétalas.
Olho-a e entristece-me não saber para onde foram tantas pétalas. Olho-a e entristece-me pensar que, neste Natal, ainda menos pétalas tem.

Entretanto, olho à volta e vejo outras flores. Uma, quase sem pétalas. Outras, cheias de viço, exuberantes.

E estas são as flores que vão enfeitar o meu Natal.

A pétala-eu da minha flor é aquela que se ataviou de uma gota de orvalho.